quarta-feira, 28 de novembro de 2012
SEGUNDA EDIÇÃO DO JORNAL EP NEWS NA ÍNTEGRA
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
É verdade que Einstein era mau aluno e não ia bem em matemática?
Que era mau aluno - ou pelo menos que tirava notas ruins - é verdade. Que tomou pau em matemática é mentira. "O mito de que Einstein era um aluno medíocre definitivamente não é verdadeiro", diz o físico Michael Shara, do Museu de História Natural dos Estados Unidos. O fato é que o homem que revolucionou a física simplesmente não se interessava pela escola de seu tempo. Autodidata desde pequeno, Einstein sempre estava à frente do currículo escolar em matemática e física. Por isso, desprezava as aulas. Outra coisa que o desagradava era a pedagogia militarista e autoritária do Ginásio Luitpold, em Munique, na Alemanha, onde ele cursou o equivalente ao nosso ensino fundamental. "Você não vai dar em nada na vida", chegou a ouvir de um professor na 7ª série. O famoso "pau" que Einstein levou aconteceu quando ele pleiteou uma vaga na Escola Politécnica de Zurique. Ele tinha 16 anos, dois a menos que a idade média para ingressar na instituição. Apesar de os exames de matemática e física terem impressionado a banca examinadora, suas provas de humanas foram uma negação. Resultado: ele foi reprovado no vestibular. Aceito dois anos depois, Einstein passou raspando nos exames finais. Isso foi em 1900. Cinco anos depois, entre março e maio de 1905, ele bolou três teorias que revolucionaram a física, como a da relatividade especial. O rótulo de "vagal" dava lugar ao de gênio.
10 DICAS PARA ESTUDANTES
Próximo do final de ano,vai aí algumas dicas para o estudante.Elas podem ser utilizadas em todas as ocasiões.
Estudar, aprender algo novo, pode ser muito mais complexo do que aparenta. Os mecanismos de aprendizado de um adulto são muito complexos e envoltos por toda a camada de suas experiências pessoais que podem gerar diferentes dificuldades para o aprendizado.
Escrevi então algumas dicas, baseadas em minha experiência, para todos que deseja enfrentar uma sala de aula :
1) Pergunte
Não guarde dúvidas, pergunte, o instrutor está ai para isso. Se você não entendeu algo, o instrutor é que não conseguiu explicar de forma totalmente clara, a pergunta é fundamental para que o instrutor possa completar a explicação.Especialmente em treinamentos curtos, cada tópico é pré-requisito para os seguintes, então uma dúvida em um tópico pode fazer com que você não consiga entender nenhum dos tópicos seguintes até um ponto em que o instrutor não conseguirá mais ajuda-lo. Por isso a pergunta é fundamental no momento certo, no momento em que a explicação foi feita e não compreendida.
2) “Não entendi nada” não é pergunta
Quando um aluno diz “Não entendi nada” o máximo que um instrutor poderia fazer seria repetir toda a explicação, mas o fato é que em 99.9% das vezes o “Não entendi nada” não é verdadeiro.Você, aluno, pode ter se perdido em algum momento da explicação, em alguma parte da explicação e até ter a frustrante sensação de não ter entendido nada. É fundamental para o instrutor, porém, saber exatamente em que ponto da explicação você se perdeu, onde foi que você começou a não entender o que era dito, para que então sim o instrutor possa reformular aquilo que foi inicialmente explicado e não repetir a explicação inteira – o que a principio seria inútil, já que se não entendeu da primeira vez, ouvir novamente a mesma coisa não ajuda.
3) A explicação é o clímax do seu filme preferido
Não crie a ilusão de que uma explicação perdida possa ser compensada com exercícios – pratica e teoria funcionam casadas, não separadamente.Acrescente a isso o fato de que após o treinamento você frequentemente ganha a sensação de “já sei isso”, então uma explicação perdida irá gerar uma deficiência técnica que poderá persegui-lo durante anos
4) Pergunte “Para que ?”
Nunca se deixe ficar com a sensação de que algo não tem propósito. Toda explicação passada em sala de aula – especialmente em treinamentos curtos – tem um objetivo de ser. Se você tem dúvidas sobre o objetivo, isso prejudica muito o seu aprendizado, o melhor a fazer é imediatamente perguntar ao instrutor “Para que eu preciso saber isso ?”Caso o instrutor tenha dificuldade de responder, comece a pensar em trocar o instrutor.
5) Seu objetivo é aprender
Um dos piores alunos que normalmente aparecem em sala de aula são os alunos que estão no treinamento para conseguir fazer “xpto”. Quando isso acontece, o aluno não consegue se focar em nada que não esteja diretamente ligado a “xpto” (e a avaliação do aluno sobre “diretamente ligado” normalmente está errada) e o aprendizado acaba sendo totalmente falho, o aluno não conseguirá nem mesmo fazer “xpto”.Imagine um analfabeto que deseja ler uma página em um jornal. A situação de um aluno entrar em uma sala de aula para apenas querer fazer “xpto” é igual a um analfabeto recusar-se, durante o processo de alfabetização, a aprender qualquer palavra que não esteja na folha de jornal que ele deseja ler – ambas as situações são equivalentes em termos de absurdo e impossibilidade.Quando um analfabeto aprende a ler, mesmo que o objetivo inicial fosse um jornal, as possibilidades que se abrem são inúmeras. O mesmo acontece com um aluno em um treinamento.Perguntas sobre tópicos que ainda serão mostrados, falta de atenção aos tópicos mostrados e perguntas complexas fora do escopo do treinamento são apenas alguns sintomas deste problema.Se não consegue se focar em aprender, ao invés de apenas em fazer “xpto”, o melhor é contratar alguém para fazer “xpto” para você, vai sair mais barato.
6) Não peça definições, crie definições
É extremamente brochante para o instrutor quando, após passar inúmeros minutos explicando “xyz”, um aluno pergunta : “Mas o que é mesmo xyz, para que eu possa anotar aqui ? “
Após uma explicação, o próprio aluno precisa ser capaz de criar a definição sobre aquilo que foi explicado, no exemplo, “xyz”. O fato da definição ser precisamente igual a um “padrão” não importa, afinal, “toda unanimidade é burra”. Se você, aluno, não conseguir escrever sua própria definição do que foi explicado, então deixou de entender algo e é fundamental que faça as perguntas ao instrutor.Mesmo que o instrutor lhe dê uma definição, de nada adiantará, pois serão palavras vazias que você tentará decorar, porém em nada isso vai ajudar você a realizar seu trabalho no dia-a-dia.Crie suas próprias definições e consulte o instrutor se a definição está correta. É extremamente gratificante para um instrutor ver um aluno criando sua própria definição daquilo que foi explicado, independentemente de sair certo ou não.Não se preocupe se o instrutor complementar ou corrigir sua definição explicando-lhe melhor o significado de alguma palavra ou termo, isso apenas ajuda a ter um melhor aprendizado. Porém, se o instrutor insistir em que sua definição seja absolutamente igual a dele sem explicar porquê, comece a pensar em trocar de instrutor.
7) Memorização não é aprendizado
Muitos estudantes acreditam que só conseguem aprender algo quando escrevem repetidamente aquilo que viram.Isso é um grande engano. A escrita gera um processo de repetição que gera memorização, não aprendizado. É equivalente ao processo de memorização de uma frase ou uma letra de música, por exemplo, mas de forma alguma significa aprendizado.Um exemplo : Provavelmente você lembra dos primeiros versos do hino nacional, porque memorizou. Porém, se eu perguntar para você “Quem ouviu ?” será que você vai acertar a resposta ? Quantos segundos levará para responder ?Esse exemplo do hino nacional demonstra claramente a diferença entre memorização e aprendizado, sendo que este é um exemplo “inocente”. Os treinamentos técnicos de hoje precisam preparar você, aluno, para utilizar o conhecimento transmitido em sala de aula de inúmeras formas possíveis, a simples memorização não levará a lugar algum.Portanto preocupe-se preimeiro com a compreensão do que está sendo explicado. A compreensão já é, por si só, um grande processo de memorização. Apenas depois de compreendido o assunto preocupe-se em memorizar, mas faça isso de forma secundária, até mesmo fora de sala de aula.
8) Copiar não é aprender
O fato de você conseguir seguir um “passo-a-passo” e fazer com que seu exercício prático funcione não significa que você tenha aprendido aquilo que está sendo demonstrado. Seguir um “passo-a-passo” é como uma cópia, um procedimento mecânico, o “passo-a-passo” não estará disponível quando precisar realizar as tarefas no ambiente de trabalho.Quando estiver realizando um exercicio, cabe a você ter a certeza de que entendeu cada detalhe que está sendo realizado no exercício ou perguntar ao instrutor tudo aquilo que não houver entendido com perfeição. Só assim poderá ter o melhor aprendizado possível.
9) Extrapole o que é mostrado
Não se deixe ficar preso aos exemplos práticos que são mostrados. Especialmente em treinamentos técnicos o objetivo principal é que você compreenda os conceitos e possa aplicar esses conceitos em inúmeras situações diferentes que surgirão durante seu dia-a-dia.
Se um exercício mostra como fazer “x”, não significa que o objetivo do exercício seja que você faça “x” no seu dia-a-dia, mas sim que você compreenda os conceitos que levam ao “x” para que utilizando os mesmos conceitos possa chegar a “y” e “z”.É muito importante que tenha isso em mente durante os exercícios, ao avaliar se realmente teve a compreensão necessária dos exercícios mostrados, conforme citado no item 8.
10) O treinamento não acaba na sala de aula
Especialmente nos treinamentos atuais, com carga horária restrita e sobre tecnologias muito amplas, o treinamento não pode acabar em sala de aula.É muito importante que após cada aula do treinamento você pesquise mais em casa sobre os assuntos que foram vistos. A cada assunto mostrado durante um dia de treinamento, você poderá encontrar inúmeros truques e diferentes formas de implementação, complementando em muito o seu aprendizado.É uma grande satisfação para o instrutor descobrir na aula seguinte, ao conversar com os alunos, que estes aprenderam bem mais do que foi ensinado e trouxeram a ele dúvidas adicionais sobre os tópicos mostrados.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Patrimônio Histórico de Icó - preservar é preciso
a preservação torna-se um desafio.Surpreendente é que mesmo com o Tombamento e a ação do IPHAN, as pessoas desconhecem o órgão, nem entende as suas decisões sobre o tombamento, isso explica a revolta manifestada pela população em relação às regras do tombamento. É possível perceber a desvalorização
dos moradores do sitio histórico de Icó em relação a sua arquitetura em estilo barroco,clássico, neoclássico, entre outros. Assim surgiu a necessidade de investigar porque a população local não sente a necessidade
de preservar a história coletiva e nem valoriza essa arquitetura.
Hoje se não fosse à atuação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN acredita-se que não existiriam 30% dos prédios tombados sem modificações na sua estrutura.Diante disso é preciso entender que se deve preservar a história local, mas primeiro oferecer uma educação patrimonial para quem
vai conviver com o patrimônio.
Alana Angelim e Paloma Felizardo -
Curso Técnico em Agrimensura
terça-feira, 20 de novembro de 2012
NOSSOS ALUNOS SÃO DESTAQUE NA OLIMPÍADA NACIONAL DE GEOGRAFIA
Os alunos foram :
Vanessa Cosmo,
Alex Iury,
José Nilton,
Bruna Angelim,
Jonatan da Costa ,
Iane Caroline ,
Vitória Dias,
Neusa Araújo,
Amanda Carvalho,
Luís Fernando,
Natália Ferreira,
Ávila Kércia,
João Pedro,
Vinícius Monte,
Victor Monte e
Hernandes Adauto.
A 2ª fase será em 2013 e desde já os alunos classificados se programarão para esta etapa.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Toda mistura é chamada de dispersão, existem três tipos. Que tal conhecê-los? Confira!
As dispersões se referem às misturas em geral. Por exemplo, quando misturamos sal com água ou sal e areia obtemos duas dispersões. A substância que se encontra espalhada, de maneira homogênea (como o sal na água) ou de maneira heterogênea (como a areia na água), é denominada “disperso”. Já a água faz o papel de dispersante, nesses casos.
A diferença principal entre essas duas dispersões está no tamanho das partículas do disperso. Enquanto os grãos de areia podem ser vistos a olho nu, as partículas do sal ficam invisíveis. Baseado nisso, as dispersões podem ser classificadas em três tipos principais, que são:
Note, no quadro abaixo, a diferença no tamanho das partículas dispersas:
* Soluções: são misturas homogêneas nas quais não conseguimos ver as partículas dispersas nem com microscópio. Alguns exemplos são o já citado sal misturado em água e também o açúcar misturado em água.
No caso das soluções, o disperso é chamado de soluto e o dispersante de solvente. As soluções não podem ser separadas por nenhum processo de filtração.
* Dispersões Coloidais ou Coloides: alguns exemplos são a maionese e a gelatina. Suas partículas não são visualizadas a olho nu, por isso muitas vezes são confundidas com sistemas homogêneos, mas são, na realidade, heterogêneos, como se pode ver com o uso de microscópios. Suas partículas não se sedimentam com a ação da gravidade, mas apenas com ultracentrífugas.
Existem vários tipos de dispersões coloidais, que são: sol, sol sólido, gel, emulsão, espuma e aerossol.
Separar esse tipo de dispersão não é possível com filtração, mas sim com uma membrana semipermeável. Suas partículas refletem e dispersam a luz.
*Suspensões: são sistemas heterogêneos, nos quais, mesmo a olho nu, é possível visualizar suas partículas. Alguns exemplos são: areia na água, argila na água, leite de magnésia e calamina.
No caso das dispersões, a luz também é refletida. E a sua separação pode ser feita por filtração comum.
* Embora alguns autores e pesquisadores tenham proposto que as partículas coloidais possuem tamanho entre 1 a 100 nm e que as suspensões sejam maiores que 100 nm, evidências experimentais tendem a aumentar esse valor para 1000 nm, sendo que esse valor é o mais aceito pela maioria dos autores. No entanto, seu comportamento macroscópico é que vai determinar realmente se a mistura é coloidal ou se é uma suspensão.
Por Jennifer Fogaça
Graduada em Química
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Divulgação do gabarito da primeira prova do Desafio National Geographic 2012
Alunos de todo o Brasil foram prestigiados com a esperada prova de Geografia da "National Geographic" e mostraram seu conhecimento na resolução de 25 questões que abrangiam várias áreas.
Hoje , as 15:00 ( horário de Brasília ) será divulgado o gabarito , como consta no site da própria NG :
" Prezados alunos e professores, como consta do CALENDÁRIO, o gabarito da primeira prova do Desafio National Geographic 2012 será divulgado a partir das 15 horas (pelo fuso de Brasília) desta quarta-feira, dia 14 de novembro.
Lembramos que todos os alunos que acertarem 18 ou mais
questões estão aprovados para a fase regional, que será realizada dia 2
de março de 2013 em cerca de 220 escolas sedes regionais.
A primeira relação das escolas sedes regionais será divulgado na próxima terça-feira, dia 20 de novembro. Até o dia 7 de dezembro,
data final para a inscrição dos alunos, novas escolas sede serão
incluídas a esta relação inicial. Portanto, é fundamental que os
professores acessem este site diariamente para, se for o caso,
transferir os alunos de escola sede.
Lembramos que as eventuais despesas de transporte, alimentação e
eventual hospedagem dos alunos que farão a prova em outras cidades são
de responsabilidade de suas famílias e escolas.
Para saber mais sobre as regras do concurso, acesse o REGULAMENTO."



08:11
Jornal EP News


